Llegando está el carnaval quebradeño mi cholitai
Fiesta de la quebrada, umahuequeño para cantar
Enque charango y bongo, carnavalito para bailar

Quebradeño, umahuaquenito
Fiesta de la quebrada, umahuaqueño para cantar
Enque charango y bongo, carnavalito para bailar

“A andorinha voa veloz
Voa mais do que minha voz
Andorinha faz a canção
Que eu não fiz
Andorinha voa feliz
Tem mais força que minha mão
Mas sozinha não faz verão.”

Homenagem a Léia, em um dia desses em que músicas não saem da cabeça!

jenipapo

Genipa americana L. , Familia das Rubiacea

O jenipapo é um fruto do jenipapeiro, geralmente de cor amarelo-pardacenta, com polpa aromática, comestível, da onde pode-se fazer compotas, doces, xaropes, bebida refrigerante, bebida vinosa e licor. O suco do jenipapo também é usado para controle de plaquetas do sangue em pacientes que fazem quimioterapia e/ou radioterapia, mostrando ser efica. Além disso, é posível extrair do fruto uma tinta preta, muito usada pelos indígenas, há milênios, em petróglifos, cerâmica, cestaria, tatuagens e pinturas corporais.

Men At Work – Down Under (tradução)

Viajando numa Kombi acabada
Numa trilha hippie, a cabeça cheia de marijuana
Conheci uma mulher estranha, ela me deixou nervoso
Ela me acolheu e me deu café da manhã
E ela disse

“Você vem de uma terra lá embaixo
Onde as mulheres brilham e os homens saqueiam
Você não ouve, você não ouve o trovão
É melhor você correr, é melhor achar abrigo.”

Comprando pão de um homem em Bruxelas
Ele tinha 1,85m e era cheio de musculos
Eu disse, “Você fala minha língua?”
Ele só sorriu e me deu um sanduíche de Vegemite
E ele disse

“Eu venho de uma terra lá embaixo
Onde a cerveja flui e os homens vomitam
Você não ouve, você não ouve o trovão
É melhor você correr, é melhor achar abrigo.”

Deitado em uma toca em Bombay
De queixo caido, sem muito o que dizer
Eu disse pro homem, “Você está me tentando
Porque eu venho de uma terra de fartura?”
E ele disse

“Oh! Você vem de uma terra lá embaixo
Onde as mulheres brilham e os homens roubam
Você não ouve, você não ouve o trovão
É melhor você correr, é melhor achar abrigo.”

OBS: “land down under” (terra lá embaixo) é gíria que significa
Australia.

“zombie” (literalmente zumbi) é gíria australiana para maconha.

“Vegemite” é uma pasta alimentícia a base de cevada (resíduo de
cervejaria) muito popular na Austrália.

bas

NaplesGarbage

Fonte: Newsweek

 

09trash

Fonte: New York Times

 

O problema é o lixo. A quantidade de lixo.

Mas se não tem lugar lá, eles exportam.

 

pc_toxic_waste

trash_feature

Hi-Tech Trash.

Surpresa para o Brasil? Não é surpresa para a África.

E a solução é reciclar?

” Todos devemos reciclar, mas reciclar não é suficiente. Reciclar nunca será suficiente. “

http://www.storyofstuff.com/index.html

italysun Autor: Jessica Colleman


“Ajuda especial te é dada quando decides viver conforme tua consciência. Entre outras coisas, passas a estar no lugar certo e na hora certa.”

—————————————————————————————————–Trigueirinho

“Abre el Corazón y habla. Abre los ojos y mira. A partir del momento en que mires com los ojos muy abiertos encontrarás una variedad infinita”

Swami Prajnanpad

-

“No digas todo lo que sabes,
No hagas todo lo que puedes,
No creas todo lo que oyes,
No gastes todo lo que tienes;

Porque:
El que dice todo lo que sabe,
El que hace todo lo que puede,
El que cree todo lo que oye,
El que gasta todo lo que tiene;

Dice lo que no conviene,
Hace lo que no debe,
Juzga lo que no ve,
Gasta lo que no tiene.”

Provérbio Árabe

-Para justificarse, el terrorismo de Estado fabrica terroristas: siembra odio y cosecha coartadas -

Para justificar-se, o terrorismo de estado fabrica terroristas: semeia ódio e colhe pretextos. Tudo indica que esta carnificina de Gaza, que segundo seus autores quer acabar com os terroristas, acabará por multiplicá-los.

Desde 1948, os palestinos vivem condenados à humilhação perpétua. Não podem nem respirar sem permissão. Perderam sua pátria, suas terras, sua água, sua liberdade, seu tudo. Nem sequer têm direito a eleger seus governantes. Quando votam em quem não devem votar são castigados. Gaza está sendo castigada. Converteu-se em uma armadilha sem saída, desde que o Hamas ganhou limpamente as eleições em 2006. Algo parecido havia ocorrido em 1932, quando o Partido Comunista triunfou nas eleições de El Salvador. Banhados em sangue, os salvadorenhos expiaram sua má conduta e, desde então, viveram submetidos a ditaduras militares. A democracia é um luxo que nem todos merecem.

São filhos da impotência os foguetes caseiros que os militantes do Hamas, encurralados em Gaza, disparam com desajeitada pontaria sobre as terras que foram palestinas e que a ocupação israelense usurpou. E o desespero, à margem da loucura suicida, é a mãe das bravatas que negam o direito à existência de Israel, gritos sem nenhuma eficácia, enquanto a muito eficaz guerra de extermínio está negando, há muitos anos, o direito à existência da Palestina.

Já resta pouca Palestina. Passo a passo, Israel está apagando-a do mapa. Os colonos invadem, e atrás deles os soldados vão corrigindo a fronteira. As balas sacralizam a pilhagem, em legítima defesa.

Não há guerra agressiva que não diga ser guerra defensiva. Hitler invadiu a Polônia para evitar que a Polônia invadisse a Alemanha. Bush invadiu o Iraque para evitar que o Iraque invadisse o mundo. Em cada uma de suas guerras defensivas, Israel devorou outro pedaço da Palestina, e os almoços seguem. O apetite devorador se justifica pelos títulos de propriedade que a Bíblia outorgou, pelos dois mil anos de perseguição que o povo judeu sofreu, e pelo pânico que geram os palestinos à espreita.

Israel é o país que jamais cumpre as recomendações nem as resoluções das Nações Unidas, que nunca acata as sentenças dos tribunais internacionais, que burla as leis internacionais, e é também o único país que legalizou a tortura de prisioneiros.

Quem lhe deu o direito de negar todos os direitos? De onde vem a impunidade com que Israel está executando a matança de Gaza? O governo espanhol não conseguiu bombardear impunemente ao País Basco para acabar com o ETA, nem o governo britânico pôde arrasar a Irlanda para liquidar o IRA. Por acaso a tragédia do Holocausto implica uma apólice de eterna impunidade? Ou essa luz verde provém da potência manda chuva que tem em Israel o mais incondicional de seus vassalos?

O exército israelense, o mais moderno e sofisticado mundo, sabe a quem mata. Não mata por engano. Mata por horror. As vítimas civis são chamadas de “danos colaterais”, segundo o dicionário de outras guerras imperiais. Em Gaza, de cada dez “danos colaterais”, três são crianças. E somam aos milhares os mutilados, vítimas da tecnologia do esquartejamento humano, que a indústria militar está ensaiando com êxito nesta operação de limpeza étnica.

E como sempre, sempre o mesmo: em Gaza, cem a um. Para cada cem palestinos mortos, um israelense. Gente perigosa, adverte outro bombardeio, a cargo dos meios massivos de manipulação, que nos convidam a crer que uma vida israelense vale tanto quanto cem vidas palestinas. E esses meios também nos convidam a acreditar que são humanitárias as duzentas bombas atômicas de Israel, e que uma potência nuclear chamada Irã foi a que aniquilou Hiroshima e Nagasaki.

A chamada “comunidade internacional”, existe? É algo mais que um clube de mercadores, banqueiros e guerreiros? É algo mais que o nome artístico que os Estados Unidos adotam quando fazem teatro?

Diante da tragédia de Gaza, a hipocrisia mundial se ilumina uma vez mais. Como sempre, a indiferença, os discursos vazios, as declarações ocas, as declamações altissonantes, as posturas ambíguas, rendem tributo à sagrada impunidade.

Diante da tragédia de Gaza, os países árabes lavam as mãos. Como sempre. E como sempre, os países europeus esfregam as mãos. A velha Europa, tão capaz de beleza e de perversidade, derrama alguma que outra lágrima, enquanto secretamente celebra esta jogada de mestre. Porque a caçada de judeus foi sempre um costume europeu, mas há meio século essa dívida histórica está sendo cobrada dos palestinos, que também são semitas e que nunca foram, nem são, antisemitas. Eles estão pagando, com sangue constante e sonoro, uma conta alheia.

- Eduardo Galeano, tradução de Katarina Peixoto

vallo2

 

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